. “Nesse quarto escuro existe um menino assustado. Ele é sozinho e teme q o mundo encontre o seu caminho”

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Someday!!



Um dia vou fechar os olhos.
Um dia vou saltar para dentro do rio com roupa.
Um dia vou deitar-me no chão.

Um dia vou gritar bem alto que te odeio.
Um dia vou fugir.
Um dia vou rasgar uma página de um livro.
Um dia vou-te enterrar.

Um dia vou dizer que está tudo bem.
Um dia vou mudar de atitude.
Um dia vou beber.

Um dia vou chorar tudo o que não chorei.
Um dia vou desabafar.
Um dia vou-te dizer que foste a minha maior desilusão.
Um dia vou queimar todas as recordações.
Um dia vou-te abandonar.
Um dia a minha ferida vai sarar.
Um dia quando abrir os olhos ... vou chegar à conclusão que fechar os olhos foi a melhor coisa que alguma vez fiz !

terça-feira, 24 de maio de 2011

Perfeição não e tudo!

Você acha que a vida é perfeita? Muitas pessoas acham que suas brigas, discussões, separações são causadas por alguém, por motivos ou por sentimentos como: vingança, ódio e etc. Não acredite nisso, vou lhe mostrar que o único causador de suas dores, mágoas e frustrações é você mesmo, você irá perceber que haverá momentos em que eu, você ou alguém poderá passar por isso em alguma parte da vida, não irá passar de simples decisões que tomamos na hora errada ou no momento errado. Por isso Ame não importa de qual seja esse amor! Felicidades para vocês!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Entendes que em mim não podes mandar!!



Ouvi seus passos
E seu canto...
Esperei!!!

Na solidão
Do silêncio noturno,
Minha respiração
Tornou-se forte!

Devo ter sonhado novamente!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

' É um cuidar que se ganha em se perder.'



Desistir não é pra mim, nunca foi. Mas quando desistir se torna a minha única opção saudavel, esqueço as minhas convicções, preciso preocupar-me mais com a minha saúde mental. Pois é, você não faz nada bem a ela. Primeiro com as minhas frustações, depois com os meus medos e agora com a minha impotência diante daquilo que quero.
Mas antes de deixar pra tras você e tudo que tenha incluido nesse pacote eu vou me despedir.
Em primeiro lugar quero me despedir do dia em que te conheci, me despedir de todas as confusões, mal entendidos, suposições e certezas, de todas as lembranças que na verdade eu não me lembro, dos meus erros, do único momento de verdade concreto nessa história.
Quero me despedir do tempo em que eu me torturei pensando no que eu tinha feito de errado, do tempo em que as recordações me faziam muito mal e me deixavam muito insegura, das noites que fiquei me perguntando, questionando e supondo as verdades de que eu já sabia. Me despedir de todas as minhas dúvidas e inseguranças.
Quero me despedir desse eu que eu inventei e de todas as conversas que eu vivi como se fossem minhas, quero me despedir das palavras digitas, das sufocadas e das guardadas. Me despedir do seu orkut, do seu msn, da sua foto, da sua cam. Me despedir de tudo que gosto em você, do seu sorriso, das suas brincadeiras, de conversar com você quando estou triste, das suas cantadas e de todas as demais bobagens que tanto eu gosto.
Quero me despedir desse sentimento frustado, sufocado e impotente que eu tenho aqui. Quero deixar pra tras os meus sonhos contigo e as esperanças desesperadas. Quero deixar pra tras as poucas vezes que eu consegui imaginar você comigo. Quero me despedir de todos os gostos, cheiros, ou sons que possam me lembrar você. Quero me despedir de fechar os olhos e encontrar seu rosto, quero me despedir de imaginar como poderia ter sido. De imaginar como poderia ser, e de me sentir tão mal quando vejo que nunca foi e nunca será do jeito que eu queria. De falar de você, de querer saber de você. De como você me faz sentir melhor, de como você me derruba. De como você me provoca riso, choro, desespero, encantamento. De como você pode ser lerdo, inteligente, mal e atrevido. De como você me faz mal, de como você me faz bem.
Quero me despedir de gostar de você, de querer você, de imaginar você, de não ter você. Quero me despedir de você.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Foi no simples olhar, na simples troca de carinho, que a alma se iluminou...



Quando você estiver para baixo e com sérios problemas e necessitar de carinho ou alguns cuidados, e nada,  nada estiver dando certo feche seus olhos e pense em mim e logo lá eu estarei para iluminar sua noite ainda que ela esteja sombria.
Basta chamar pelo meu nome bem alto pois você sabe que onde eu estiver eu irei correndo ver você outra vez.
Seja no inverno, primavera verão,ou outono, tudo que você tem que fazer é me chamar e eu lá estarei!

Porque você tem um amigo.

sábado, 14 de maio de 2011

Sê humilde para evitar o orgulho, mas voa alto para alcançar a sabedoria.



O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.

O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.


O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.


O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.


Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.


O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.


O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.


O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.


O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.


O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.


O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Viver é desenhar sem borrachas!!

O q falar ? 

Petrópolis Jamais vou esquecer ... Principalmente do dia 10/05 ... Marcou!!

Pixiquititoooooo ... Só vc msm!!

єυ ãσ ∂isτigσ cσrєs, α∂σrσ σ αrcσ-íris. ãσ sєi σ qυє é нσмєм єм мυℓнєr, єм qυαℓ σ sєxσ ƒrαcσ... só cσнєçσ σ sєr нυмασ. υcα vi вrαcσs єм ρrєτσs, αмαrєℓσs συ vєrмєℓнσs... vєנσ συτrαs cυℓτυrαs є συτrσs ρσvσs. ãσ αcrє∂iτσ єм нєτєrσssєxυαℓi∂α∂є, вissєxυαℓi∂α∂є є нσмσssєxυαℓi∂α∂є... αcrє∂iτσ αρєαs α sєxυαℓi∂α∂є. ãσ sσυ вυ∂isτα єм crisτãσ, єм τєнσ αℓá σ cσrαçãσ... мαs τєнσ ƒÉ!